segunda-feira, 26 de outubro de 2009

CONVITE À PERSEVERANÇA


Hoje, como em todas as segundas-feiras, recebi esta mensagem de um amigo do centro em que vou todas as semanas em Montreal . Acho que vale para todos!


CONVITE À PERSEVERANÇA



“... Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.”

(Mateus: capítulo 10º, versículo 22)



Não asseveres: “é-me impossível fazer!” Nem redargas: “não consigo!”

Nunca informes: “sei que é totalmente inútil aceitar.”

Nem retruques: “é maior do que as minhas forças”.

Para aquele que crê, o impossível é tarefa que somente demora um pouco para ser realizado, já que o possível se pode realizar imediatamente.

Instado a ajudar não te permitas condições, es­pecialmente se fruis o tesouro da possibilidade.

Fácil ser delicado sem esforço, ser amigo sem sacrifício, ser cristão sem auto-doação...

Perseverança nos objetivos elevados, com ofe­renda de amor, é materialização de fé superior.

Para que seja atuante, a fé deve nutrir-se do poder dos esforços caldeados para as finalidades que parecem inatingíveis.

Todos podem iniciar ministérios... Tarefas começantes produzem entusiasmos exal­tados.

Mede-se, porém, o verdadeiro cristão e, parti­cularmente o espírita, pelo investimento que coloca na bolsa de valores imortalistas a render juros de paz...

Unge-te, portanto, de fé e deixa que resplande­ça a tua fidelidade ao lado de quem padece.

Não fosse o sofrimento, ninguém suplicaria so­corro.

Não fosse a angústia ninguém se encorajaria a romper os tecidos da alma para exibir exulcerações...

Ninguém se compraz carregando demorada can­ga, não obstante, confiando em alívio, lenitivo...

Nas cogitações que te cheguem ao plano da ra­zão, interroga como gostarias que fizessem contigo se foras o outro, o sofredor, o necessitado que ora te roga ajuda.

Assim, envolve-te na lã do “Cordeiro de Deus” e persevera ajudando.

Não somente dando o que te sobra mas aquela doação maior a que te parece difícil, a quase impos­sível...

A perseverança dar-te-á paz e plenitude. Insis­te na sua execução.



Do livro “Convites da Vida”, Divaldo Pereira Franco, ditado por Joanna de Ângelis

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